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“Os limites estão em nós. desde que se trabalhe e acredite, há sempre mais a fazer”
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Arranca no próximo dia 28 de dezembro, no Mónaco, a mais dura prova de ralis do Mundo. A Africa Eco Race volta a terminar em Dakar e é aí que Elisabete Jacinto espera festejar no dia 10 de janeiro. A piloto portuguesa volta a competir na secção de camiões, desta vez com mais potência do que nunca. E se nos últimos cinco anos subiu quatro vezes ao pódio (duas em 2.º e três em 3.º), agora o sonho só pode ser vencer. "É um enorme desafio, o mais difícil de todos e onde nós queremos estar bem. Vamos até ao limite das nossas capacidades para tentar fazer um bom resultado. A ambição passa por estar sempre no pódio, mas sempre sonhei ganhar esta prova. Sem erros e sem azares, podemos fazer um bom resultado. Gostaria de ganhar, veremos se é possível", sublinhou Elisabete Jacinto, que apesar de ter conseguido melhorar o seu MAN TGS sente que ainda não parte com as mesmas armas dos adversários: "Demos o último passo ao nível do camião. O motor foi para a Alemanha e ganhou cerca de 200 cavalos de potência (conta agora com 830 cv). Fizemos outras melhorias e agora temos mais condições para lutar contra os melhores. Comparando com os adversários, continuamos a ter poucos meios. Mas sempre fizemos muito com pouco. Dentro das nossas limitações, temos o melhor para lutar pelo melhor. Com o espírito de sempre, é possível fazermos algo de especial."
Exemplo feminino
Mais duas competições na agenda
Além da participação na Africa Eco Race, entre os dias 29 de dezembro e 10 de janeiro, Elisabete Jacinto tem já asseguradas as presenças em mais duas provas durante o ano de 2017. Após o ‘mais duro desafio de todos’, a piloto vai correr o Morocco Desert Challenge (ex-Rally Lybia) em abril – "uma prova com etapas muito longas, bem à moda antiga"; e o Rallye Oilibya du Maroc em outubro – "uma prova mais ligeira, onde dormimos em hotéis, mas igualmente muito competitiva", diz Elisabete Jacinto.
Desde maio a preparar a Africa Eco Race 2017, a equipa Bio-Ritmo/MAN parte para o Mónaco no final de dezembro, para as verificações técnicas (dia 29). O embarque para África será no dia 31, com a caravana a celebrar a passagem de ano em pleno Mediterrâneo. A chegada a Nador (Marrocos) acontece às primeiras horas de 2 de janeiro e pouco depois será dada a largada para a 1.ª etapa. Refira-se que inscrição da equipa (6 pessoas e dois camiões) custa 52 mil euros e na bagagem segue comida para seis dias, muitas garrafas de água e... ambição de ganhar.
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