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Primal leva-nos até à Idade da Pedra, numa altura em que o ser humano ainda não está no topo da cadeia alimentar. Tigres, lobos, mamutes e muitos outros lutam contra o Homem. Todos são presas e predadores. Conseguiremos sobreviver?
Criando as nossas armas, armadilhas, aldeias e domesticando vários animais, iremos avançar neste enredo que nos coloca no centro de várias guerras tribais. No início quase não parece um ‘Far Cry’, pois falta a ação que motores e pólvora costumam oferecer à saga mas, aos poucos, começamos a sentir o peso deste fantástico mundo.
Realista, com uma flora e fauna impressionantes e um combate deveras brutal, preparem-se para caçar durante o dia e protegerem-se durante a noite.
O ponto fraco está no enredo e na falta de um grande vilão. Todavia, o mundo aberto e todas as possibilidades que teremos pela frente tornam a jogabilidade fantástica, cheia de estratégia e com a sensação de sobrevivência que se exigia. Pelo meio, muitas formas de morrer, superstições naturais para esta época e um mundo que parece vivo.
No entanto, é na forma como a flora e fauna se alteram entre dia e noite que o jogo ganha qualidade. Temos uma missão pela frente? Então há que ter um plano para o caso de demorar demasiado tempo e começar a anoitecer. Nessa altura passamos a ser a presa de muitos outros animais e a estratégia será fulcral. Durante cerca de 20 horas teremos de ajudar a nossa aldeia a crescer, arranjar novas formas de construir armadilhas, casas e muito mais.
‘Far Cry Primal’ é um jogo completo no que nos deixa fazer e apenas peca na história que não tem o impacto de outras. Graficamente muito bom, com bons designs e efeitos de luz e sombras, a parte sonora completa uma atmosfera intensa a cada segundo. Este não é o melhor ‘Far Cry’ mas é para todos os que apreciam o género e que aos poucos os irá conquistar, tal como eles conquistarão este mundo pré-histórico.
Luís Pinto
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