Quando o anterior Tomb Raider decidiu recomeçar a história de Lara Croft, a crítica aplaudiu a forma como a Square Enix regressou ao ambiente mais Indiana Jones, mas também à mistura de ação, misticismo e crescimento das personagens.
Agora, ‘Rise of the Tomb Raider’ eleva mais a fasquia, sendo o melhor Tomb Raider desde há muitos anos. Com uma história envolvente e ritmo elevado, sentimos sempre a urgência de avançar e pressentimos que a qualquer momento algo pode acontecer. Sendo um jogo de ação, no qual muitos tiroteios vão elevar a adrenalina, é interessante ver como ele nos empurra para uma vertente mais ‘stealth’, em que iremos ‘caçar’ lentamente os nossos inimigos. Assim a trama torna-se mais estratégica, pedindo ao jogador melhor planeamento, quer a atacar quer a fugir.
Os puzzles são inteligentes, encaixam bem nos cenários e apenas lamentamos que sejam poucos, porque são a melhor parte do jogo. Pelo meio, ficaremos abismados com alguns cenários, graficamente poderosos e com um design brilhante no qual se nota uma diversidade que se aplaude.
Sendo uma história mais sombria do que a anterior, o foco continua a ser o crescimento de Lara enquanto pessoa, expondo os seus motivos e receios. As personagens secundárias não são muito aprofundadas mas a qualidade de algumas, principalmente a dos vilões, é notória. Com muito para se descobrir e evoluir, iremos construir armas, armadilhas e existirá uma evolução constante no combate, nunca tornando o jogo monótono. Globalmente o jogo apenas peca por excesso de recursos que nos oferece, nunca existindo o desconforto de termos de avançar sem termos tudo o que desejamos para as próximas lutas e que nos levaria a novas estratégias.
Este é um jogo fantástico com um ambiente que nos transporta para este mundo e a sentir a sua atmosfera mística. Tem alguns momentos forçados e Lara consegue executar coisas irrealistas, mas nada disso retira diversão a este fantástico jogo. Muito bom!
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