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Graficamente tem um design único, com cenários que nos levam a ver os detalhes e a beleza existentes naquilo que todos os dias pisamos sem olhar
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Imaginem que são um boneco composto por fios de lã e que terão de fazer uma longa travessia até chegarem ao vosso objetivo (que não iremos revelar...). Devido ao tamanho pequeno e fragilidade, cada local por onde passam será difícil de transpor e só podem contar com os vossos fios de lã.
É neste cenário que ‘Unravel’ nos leva num original jogo de plataformas. Com o nosso corpo iremos criar caminhos, alavancas e muitas outras coisas para seguir em frente. Graficamente tem um design único, com cenários que nos levam a ver os detalhes e a beleza existentes naquilo que todos os dias pisamos sem olhar.
E, assim, partirmos à aventura rumo ao desconhecido, rodeados por uma beleza que se aplaude para um jogo de tão baixo orçamento. Com um bom motor físico, ‘Unravel’ leva-nos por florestas, campos, rios, cidades. Está patente uma crítica social para a destruição da natureza por parte do Homem e também uma enorme facilidade em nos ligarmos ao nosso personagem que, mesmo sendo um boneco, consegue encher o ecrã de emoções.
É fascinante como nos ligamos a um personagem que não fala e que nem tem expressões faciais de um ser humano. Apesar de se tratar de um jogo pequeno, que se termina em pouco mais de seis horas, é uma experiência diferente, em que iremos avançar por puzzles com estratégias inovadoras. Para tal, muito ajuda o nosso personagem ter um limite de lã que pode usar, levando-nos a melhorar o caminho, gastando menos lã, aumentando a estratégia e a criatividade.
Divertido, inteligente e inovador, ‘Unravel’ vê o mundo com outros olhos, enquanto os verdadeiros objetivos do jogo são revelados, questionando mesmo a forma como vemos e vivemos a vida. Pode ser um jogo pequeno, barato e de baixo orçamento... mas, por vezes, o que conta é a ideia que cria a obra prima. Não é um jogo perfeito, mas é muito bom e todos os fãs de plataformas devem experimentá-lo.
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