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Aos poucos, vão surgindo sinais de que a rigidez do protocolo da família real britânica já não é o que era. Da mesma forma que, fora da instituição, as gerações mais jovens dão prioridade à vida familiar em detrimento das (excessivas) exigências laborais, também na família real parece começar a haver mais preocupação com um equilíbrio entre a função e a vida pessoal, pelo menos no que toca a problemas de saúde. Em termos logísticos, o recente diagnóstico de cancro do rei Carlos III não podia ter surgido em pior altura, uma vez que também a princesa da Gales está em convalescença, em casa, depois de uma cirurgia abdominal e não é expectável que regresse aos seus deveres antes da Páscoa. Para poder apoiar a mulher e os filhos, William limpou a agenda. E, embora o diagnóstico do pai o tenha obrigado a regressar já, William tem a permissão do rei para fazê-lo apenas a meio tempo. Leia o artigo na íntegra na 'Máxima'.
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