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Da nata de Espinho às buscas da PJ, a vida dos irmãos Castros

Irmãos Castros: ligações, contratos e investigações da PJ
• Foto: Ricardo Pereira

Em agosto de 2025, a Câmara Municipal de Espinho lançou um concurso público. No mesmo procedimento, procurava-se adjudicar dois lotes: um para “aquisição de serviços de instalação e locação de iluminações decorativas” no âmbito da Festa em Honra de Nossa Senhora d’Ajuda, que acontece tradicionalmente em setembro; e outro para “instalação das iluminações propriedade da câmara e locação de iluminações decorativas” para o Natal. Com um preço base no valor de 163 mil euros, o procedimento permitia a adjudicação dos lotes a um ou dois concorrentes e, entre os critérios de seleção, estavam “mérito artístico do trabalho” (60%), onde se avaliava “originalidade” e “materialização de conceitos”, e o preço mais baixo (40%). O concurso foi vencido por duas empresas: a Castros, Iluminações Festivas, SA, detida por Jorge Castro, que ficou responsável pelo primeiro lote, no valor de 53.500 euros, e a Ailight, detida por António Castro, que ganhou o segundo lote, 108 mil euros. Há um pormenor que liga os concorrentes: são irmãos. A autarquia de Espinho não esclareceu a coincidência à 'Sábado' .

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Por Sábado
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