João Loureiro, ex-presidente do Boavista, justificou a sua estada no Brasil perante as autoridades do país com "uma entrevista de emprego", após o seu nome ter surgido na lista de passageiros num voo de um jato privado, que tinha 500 quilos de cocaína escondidos na fuselagem, segundo as informações da CM TV.
A polícia federal brasileira desconfia do motivo da visita, pois tem conhecimento que o filho do major Valentim Loureiro viaja com frequência para o país. Por isso, como avançou o ‘Jornal i’, a polícia esteja a considerar João Loureiro como um suspeito, neste caso. Aliás, as autoridades brasileiras já pediram ajuda à Polícia Judiciária e à Polícia de Segurança Pública portuguesas, para que facultem informações relativas a contas bancárias e ao património do ex-presidente dos axadrezados.
Loureiro permanece retido no Brasil, apesar de já ter afirmado desconhecer totalmente a origem da droga que apareceu no avião e de ter mencionado que apenas prestou declarações, não tendo sido interrogado.
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