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Faltam 10 anos para o fim dos automóveis com motores a combustão interna, mas o prazo poderá ser revisto. Perante a pressão de vários países, a Comissão Europeia (CE) poderá anunciar na próxima semana uma marcha-atrás na meta, adiando-a por um período de cinco anos.
A CE deverá divulgar na próxima semana alterações às regras estabelecidas há alguns anos para a transição do setor automóvel, afastando-se dos combustíveis fósseis, perante a pressão de países como a Alemanha, Itália e a Polónia, que têm alertado para o impacto que tal poderá ter na indústria europeia.
Segundo a Bloomberg, que cita fontes próximas do processo, em vez de acabar em definitivo com os motores a combustão em 2035, poderá permitir que estes continuem a equipar os automóveis novos até 2040.
Esta prorrogação do prazo por cinco anos obrigará, contudo, a que a estes motores sejam acoplados sistemas elétricos. Na prática, poderão continuar a sair das fábricas carros híbridos “plug-in” e veículos com extensor de autonomia.
A condição para a continuidade da produção de veículos com motores a combustão é de que estes possam ser utilizados com biocombustíveis avançados, os e-combustíveis, produzidos com recurso a CO2 capturado e eletricidade renovável, mas também que sejam produzidos com aço verde.
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