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Luciano Gonçalves apelida de "irresponsável, inqualificável e inaceitável" a divulgação do processo
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A Associação Portuguesa de Árbitros de Futebol (APAF) expressou o seu desagrado com o Conselho de Disciplina da Federação Portuguesa de Futebol por ter tornado público o processo a envolver a árbitra Bárbara Silva Domingues, de Viana do Castelo, por conta de insultos a uma jogadora da UD Polvoreira, que foi absolvida devido à amnistia resultante da visita do Papa a Portugal, por ocasião da Jornada Mundial da Juventude.
"É irresponsável, inqualificável e inaceitável que o Conselho de Disciplina da FPF torne público um processo desta gravidade sem ouvir ou notificar a árbitra em questão. O teor das acusações são de extrema gravidade que jamais poderão passar de forma leviana. A árbitra teve conhecimento destas acusações pela comunicação e redes sociais e como se pode ler pela sua decisão baseada numa amnistia", disse Luciano Gonçalves, presidente da APAF, a Record.
"É gravíssima a forma irresponsável como se lida com acusações desta gravidade, principalmente a uma árbitra que ela própria tem um grau de deficiência num dos membros superiores. Naturalmente alguém que está muito sensível para estes temas será a Bárbara Domingues. O mínimo que a APAF e a árbitra exigem é que seja analisada e responsabilizada até às ultimas consequências estas acusações. E exigindo que jamais possa acontecer algum agente de arbitragem ser acusado ou ilibado publicamente sem conhecimento dos próprios. Trata se de vida real e não de reality show", concluiu.
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