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Dirigente diz que "há ambiente tóxico no futebol português" e garante "equipa preparada"
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Luciano Gonçalves foi reconduzido num terceiro mandato à frente dos destinos da Associação Portuguesa de Árbitros de Futebol (APAF) e começou por agradecer às "pessoas competentes, sérias e trabalhadoras" que o têm acompanhado e permitido fazer o que considera ser um "trabalho de excelência desenvolvido nestes últimos oito anos", na cerimónia da tomada de posse que teve lugar esta sexta-feira na Cidade do Futebol.
O dirigente reconheceu um "misto de sentimentos": "Triste por entrar no último mandato, de coração cheio por ter a garantia que os árbitros estão connosco." Luciano Gonçalves admitiu: "Ponderei muito em seguir este caminho." E explicou porquê. "Há um ambiente tóxico no futebol profissional, os castigos continuam a ser brandos e suaves: todos os outros são bons, só os árbitros é que são maus, não prestam. Fica o sentimento claro que o crime compensa. Queremos mudar tudo isso e melhorar muito a qualidade dos árbitros", garantiu, enumerando os passos que se propõe seguir: "A profissionalização, comunicação e humanização do árbitro são fundamentais. Temos de estar cada vez mais próximos de quem nos critica e quem nos conhece. É essencial que haja consenso, diálogo e respeito."
"A nossa equipa está preparada e unida para fazer parte da solução, para que a arbitragem passe a ser digna e respeitada" assegurou, antes de rematar o seu discurso de modo emotivo: "Obrigado a quem me deixou fisicamente aos 18 anos, mas que está sempre comigo: obrigado pai."
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