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Hacker voltou esta segunda-feira a tribunal
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Sobre o possível encontro pessoal com Nélio Lucas, Rui Pinto revelou que essa intenção foi espoletada pelas informações que encontrou sobre o FC Porto e a revolta que disse ter sentido por ver o clube do qual é adepto envolvido com a Doyen em práticas que reprovava.
"Na minha ingenuidade não fazia a mínima ideia que o FC Porto tinha este tipo de práticas e, como adepto portista, senti-me traído. O facto de ser adepto do FC Porto e ver-me confrontado com esta situação feriu-me. Nunca pensei que haveria um desvio de fundos a serem entregues ao filho do presidente [Alexandre Pinto da Costa]. Nem queria acreditar", sublinhou esta segunda-feira o criador da plataforma eletrónica Football Leaks ao coletivo de juízes, na segunda sessão no Juízo Central Criminal de Lisboa.
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E prosseguiu: "Foi uma catadupa de emoções. O FC Porto foi 'mamado' (roubado) [negócios entre o FC Porto e o empresário] e era isso que pretendia falar com Nélio Lucas e ouvir da boca do próprio empresário", disse.
Alegado hacker referiu que falou num advogado no email para "dar mais credibilidade" ao mail. Rui Pinto referiu na sala de audiências que nessa altura ainda não tinha falado com o advogado Aníbal Pinto sobre o assunto.
Rui Pinto, de 33 anos, responde por um total de 90 crimes: 68 de acesso indevido, 14 de violação de correspondência, seis de acesso ilegítimo, visando entidades como o Sporting, a Doyen, a sociedade de advogados PLMJ, a Federação Portuguesa de Futebol (FPF) e a Procuradoria-Geral da República (PGR), e ainda por sabotagem informática à SAD do Sporting e por extorsão, na forma tentada. Este último crime diz respeito à Doyen e foi o que levou também à pronúncia do advogado Aníbal Pinto.
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