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"Se é assim que querem promover o futebol feminino, não vale a pena estar a perder tempo", atira o presidente Ângelo Coelho a Record
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"Surreal o que aconteceu, desumano!". Foi desta forma que Jéssica Pinto, jogadora do Nogueirense, começou por denunciar, nas redes sociais, o ocorrido no jogo deste sábado, com o São Romão, em S. Mamede. Desafiado a revelar o que se passou, o presidente do Nogueirense, Ângelo Coelho, deu conta do sucedido.
"O que se passou foi que a bola não rolava, tantas eram as poças de água, o jogo foi interrompido mais de 15 vezes e, contra todos os regulamentos, foi sempre retomado, mesmo depois de mais de 30 minutos de espera. Não foi permitido a um diretor nosso ficar no banco, devido ao regulamento, ficou ao frio e à chuva, teve de ir para o hospital, com hipotermia, como duas jogadoras nossas. Tudo decisões do árbitro [a árbitra nomeada para o jogo da Taça Feminina Promoção, Série C, entre o São Romão e a equipa da Maia que disputa também a 4.ª Divisão foi Mariana Pereira], relatou a Record o dirigente.
"Foi displicência total!", atirou Ângelo Coelho, rematando: "Se é assim que querem promover o feminino, não vale a pena estar a perder tempo."
"Se é assim que querem promover o futebol feminino, não vale a pena estar a perder tempo", atira o presidente Ângelo Coelho a Record
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