Francisco Gomes feliz com titularidade e golo ao Leixões: «Vou dar sempre o máximo para ajudar»

Francisco Gomes
• Foto: Hélder Santos

O Marítimo lidera a 2.ª Liga, com 33 pontos, estando há sete jogos sem perder - soma seis vitórias e um empate -, isto apesar de já ter tido a necessidade de ter trocado de treinador, pois Vítor Matos deixou o projeto após a vitória alcançada frente ao Paços de Ferreira, aceitando o convite do Swansea, que disputa a Championship. Miguel Moita assumiu a liderança da equipa e manteve o rumo das vitórias. Francisco Gomes, filho do conhecido futebolista Danny, foi o autor de um dos golos da vitória maritimista no reduto do Leixões, dando consistência à aposta do técnico que lhe entregou a titularidade. “Estou muito feliz, é fruto do meu trabalho e estou muito contente com a forma como a equipa está a jogar, pois estamos todos unidos e focados no mesmo objetivo”, disse o avançado de 21 anos, que soma 192 minutos na Liga e mais 90 na Liga Revelação, com um total de 9 jogos.

Quanto às ambições, o avançado não escondeu que gostaria de continuar a merecer a confiança do técnico: “Claro que gostava de continuar a jogar como titular, mas, se tiver de entrar, vou dar sempre o meu máximo para ajudar a equipa. Treino semanalmente para ter o meu espaço, mas quem decide é o treinador e dou o meu máximo para poder corresponder se o treinador apostar em mim. Estarei sempre disposto a tentar agarrar as oportunidades como fiz contra o Leixões, onde fiz um golo e a equipa jogou bem”.

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Os maritimistas já não jogam há três semanas: ”Este período de três semanas de paragem da competição foi bom para treinar aspetos que se calhar ainda não tínhamos treinado muito, e, por isso, foi importante. Só temos de continuar a trabalhar, pois vamos ter um jogo importante e é isso que vamos fazer. Acho que temos treinado bem, dando o nosso máximo, por isso acho que esta paragem de cerca de 20 dias não nos irá afetar, pois foi bom para treinar e ganhar também ritmo coletivo”, afirmou.

Para o atacante verde-rubro a chegada de Miguel Moita foi positiva: “A entrada do mister Miguel Moita foi boa, nós também já estávamos habituados ao antigo treinador, o Vítor Matos. Agora, quando o novo treinador entrou, aproveitou muitas coisas boas que já fazíamos com o Vítor Matos, não trocou muito, mas também acrescentou coisas que nós precisávamos. Foi uma boa ajuda para a equipa”, revelou o filho do antigo internacional e ex-diretor desportivo do Marítimo, Danny.

Mais uma final em Chaves

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Na próxima jornada, os madeirenses deslocam-se ao reduto de um dos candidatos à subida de divisão. Francisco Gomes está consciente das dificuldades: “O jogo em Chaves vai ser difícil como todos os jogos da 2.ª Liga, pois é muito competitiva. Sabemos que são um dos candidatos à subida, mas vamos encarar o jogo como fazemos em todos os encontros, vamos com a mentalidade de vencer e tentar trazer os três pontos para a Madeira. Será mais um jogo que encaramos como uma final e temos mais 18 para jogar e vamos dar tudo até ao final”.

O avançado esteve hoje numa visita promovida pela Fundação Marítimo Centenário à Escola  EB1/PE de Câmara de Lobos, sendo acompanhado pelo companheiro de equipa Alberthlis, Gustavo Henriques (Sub 23 Marítimo) e Catarina Abreu (futebol feminino). Foi o recordar da infância junto de muitos jovens estudantes. “É muito importante vir às escolas. Já estive na situação deles como aluno e também gostava que os jogadores de futebol estivessem connosco em iniciativas como esta, pois para eles é bom ver os seus ídolos e falar com eles”, finalizou.

O plantel volta a treinar amanhã, à porta fechada, no Estádio do Marítimo, às 10h30, com Miguel Moita a fazer a antevisão da partida frente ao Chaves, pelas 12h45, no Auditório Luís Calisto. Alexandre Guedes continua indisponível face a uma lesão articular no tornozelo direito, enquanto o avançado Martim Butzke vai cumprir o segundo de dois jogos de castigo com que foi castigado.

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Por João Manuel Fernandes
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