Inquiridas todas as testemunhas arroladas para o processo de corrupção que envolve o empresário César Boaventura, o Ministério Público declarou, no Tribunal de Matosinhos, durante as alegações finais, que pretende que "o arguido seja acusado de três crimes de corrupção ativa e um de corrupção passiva".
"Tendo em consideração o depoimento das testemunhas há provas congruentes sobre os crimes tentados e, face à gravidade deste fenómeno social e também em função da legítima expectativa da comunidade, que os crime imputados sejam censurados e a pena alargada deve ter provimento", declarou o procurador do Ministério Público.
Já Carlos Melo Alves, advogado de César Boaventura solicitou a "absolvição" do seu cliente, considerando para o efeito que "toda a investigação tem muito que se lhe diga, mas é uma má investigação, uma manta de retalhos". "Boas provas conduzem a boas decisões, mas o inverso também se aplica e todos os depoimentos aqui prestados são suspeitos. É palavra contra palavra. O Cássio e o Marcelo têm contas em casas de apostas. Não temos dúvidas da fragilidade dos seus depoimentos e das respectivas incongruências. A prova não é suficiente e o tribunal não tem segurança nenhuma para proferir uma decisão".
Nas últimas palavras dirigidas ao tribunal o empresário César Boaventura pediu que se faça justiça. "Pretendo que se faça justiça. Estou metido no meio de uma mentira", disse César Boaventura.
A leitura da sentença proferida pelo coletivo de juízes do Tribunal de Matosinhos será conhecida a 7 de fevereiro.
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