Armando Marques, Paulo Lopo e António Gaspar Dias, respetivamente presidentes do U. Leiria, E. Amadora e Penafiel, falaram aos jornalistas após o final da XI Cimeira dos Presidentes da Liga Portugal, realizada esta quarta-feira em Coimbra. O trio enalteceu o reconhecimento do futebol português lá fora, atendendo ao convite recebido por Pedro Proença para liderar a Associação das Ligas Europeias.
Gaspar Dias foi o mais taxativo e espera que Proença aceite o convite. "É um orgulho que ele tenha sido convidado, senti o mesmo dos colegas que falaram do assunto. Se ele me pedir algum conselho, vou dizer-lhe para aceitar, que se desdobre muito e tenho a certeza que não se vai desfocar da Liga Portugal e daquilo a que se propôs em 2023. Seria um gosto para mim e espero que ele aceite", afirmou o líder do Penafiel.
"Isso é sinónimo do que o futebol português representa na Europa, um país que não tendo muitas condições desenvolve um trabalho extraordinário. Temos dos melhores treinadores, jogadores e dirigentes, quer a nível de clubes quer da Liga. Espero que fique connosco muito tempo, porque tem feito trabalho que tem dignificado muito o futebol português", afirmou Paulo Lopo, o responsável máximo do Estrela da Amadora.
Armando Marques diz que o convite "deve orgulhar o presidente Proença e todo o futebol português". "O futebol português há muitos anos que é exportador de jogadores, treinadores e agora dirigentes. Deve orgulhar-nos, é um sinal de reconhecimento de que em Portugal com pouco faz-se muito. É uma decisão pessoal, [Proença] deve estar ciente dos compromissos que assumiu perante os clubes, mas com serenidade irá escolher o melhor caminho para ele e para o futebol português", referiu o presidente do União de Leiria.
Por justiça e sem discriminação
Um dos temas fortes foi a questão dos custos de contexto, sobretudo os fiscais. Os três dirigentes enalteceram a importância da presença de Armindo Monteiro, líder da Confederação Empresarial de Portugal na Cimeira. "Ele traz a visão estratégica e não a visão emocional. E o futebol tem de ter cada vez mais visão estratégica e racional e não emocional. Nesse sentido, acho que o futebol tem de se considerar um negócio, nós somos empresas que precisamos de rentabilidade e só se formos competitivos atingiremos os objetivos", resumiu Paulo Lopo.
"Existe em Portugal uma discriminação negativa em relação ao futebol e isso prejudica-nos. Não é a mesma coisa operar em Portugal ou na Europa na mesma indústria", disse António Gaspar Dias, debruçando-se sobre o IVA a 23% sobre a bilhética. "É um custo imoral e injusto. Não queremos também discriminação positiva, queremos justiça, neste caso do IVA era a reposição nos 6% sobre a bilhética. Isto não afeta só o Penafiel, afeta todos. A diferença de 6 para 23 é grande. Baixar aos 6% não resolve todos os problemas, mas trará justiça", afirmou o líder máximo dos durienses.
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