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A quebra da aposta nos jogadores portugueses na 1.ª Liga, comprovada no mais recente estudo levado a cabo pelo Sindicato dos Jogadores e que Record apresentou na edição de ontem, foi o mote para um encontro no Campus do Jogador, em Odivelas, no qual se analisou o presente e projetou o futuro do jogador português e do nosso futebol.
Numa conversa conduzida por Sérgio Krithinas, diretor executivo do nosso jornal, com contributos de Rui Vitória (treinador), João Vieira Pinto (antigo internacional português e dirigente da FPF) e Joaquim Evangelista (presidente do Sindicato) foi unânime a visão de que, a manter-se a tendência das últimas temporadas, quem vai pagar a fatura será... a Seleção Nacional.
“Vamos ter o Mundial’2030 e o que formarmos agora é o que vamos ver nessa altura. Não estamos a ir pelo bom caminho. Se não tivermos cuidado, vamos sentir isto nas seleções ao mais alto nível”, alertou João Vieira Pinto, dando conta de que até o selecionador nacional, Roberto Martínez, sente dificuldades para observar jogadores portugueses nos duelos da Liga Betclic: “Há jogos em que, nas duas equipas, só conseguimos observar 2 ou 3 portugueses, 4 ou 5 no máximo.”
Já Rui Vitória defendeu que o futebol luso “já está a correr atrás do prejuízo”. “É vergonhoso um clube português que não utiliza portugueses nem jogadores da formação”, frisou, acrescentando que, para tentar mudar o paradigma atual, “a primeira coisa a fazer é discutir o tema e depois tem de existir pressão social nesse sentido”. O líder do Sindicato, por sua vez, notou o “momento crítico do futebol português” e que o estudo “é um grito de alerta”, antes de deixar possíveis soluções. “Há que criar incentivos incentivos financeiros e fiscais para os clubes e os jogadores”, alegou Joaquim Evangelista.
Veja ou reveja a transmissão da iniciativa:
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