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Central destaca o quanto foi uma honra vestir a camisola da Seleção Nacional
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No longo vídeo em que se despede dos relvados, Pepe dedica alguns minutos à Seleção Nacional, destacando o quanto foi uma honra vestir a camisola de Portugal. O central recorda vários momentos que muito o marcaram e explica também os lágrimas no adeus de Portugal ao Euro'2024.
"Vou recordar o momento em que anunciei que estava disponível para a Seleção portuguesa. No jogo V. Setúbal-FC Porto, eu já vinha a falar com a minha família. Se calhar apanhei muita gente de surpresa, mas era o meu sentimento. O meu sentimento era esse, era o de poder chegar a esse momento e vestir a camisola de Portugal, no estádio onde tive os meus primeiros minutos… Quando me estreei pela Seleção portuguesa foi um turbilhão de emoção. Foi o assumir de um compromisso que tenho até ao dia de hoje com a minha Selecção, sempre colocando o interesse da Seleção em primeiro lugar e lutando por aquilo que ia representar aos portugueses, que era ser humilde dentro de campo, respeitar os adversários, trabalhar ao máximo e dar o meu melhor em todos os jogos para poder honrar as cores de Portugal", disse.
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"Momento que nunca irei esquecer na Seleção? É muito difícil escolher, porque a minha estreia… tem um significado muito grande. O primeiro título por Portugal, que foi o Europeu, foi um título que, quando chegámos… em França, sentíamos o carinho dos emigrantes, o que íamos vendo na televisão… quando chegamos a Portugal com os caças a acompanharem até ao aeroporto… abriu-se a porta e vimos o aeroporto completamente parado, os funcionários à nossa espera, o nosso percurso por Lisboa… vimos que o país parou para nos receber… Esse momento foi lindo, marcou-me bastante."
Imagem a chorar no ombro de Cristiano Ronaldo, no último Europeu
"Foi de impotência, porque eu acreditava muito que íamos ganhar esse Europeu. Sonhava que ia ganhar pelo grupo que tínhamos, pelos jogadores que tínhamos. Eu como mais velho, sentia a paixão que os meus companheiros tinham. O trabalho deles foi incrível. Foram lágrimas de impotência, de não corresponder aos portugueses. A expectativa que criaram em nós… de também saber que era o meu último jogo, que não ia pode ter outra oportunidade de lhes dar alegria. Portanto, pelo que foi o meu objetivo quando me naturalizei, sabia que aquele momento ia terminar, não ia ter outra oportunidade de dar alegrias a eles… ao nosso povo, foi essa a impotência que senti. Tentar descrever em palavras é difícil, mas agradeço a todos os portugueses que acreditaram na nossa equipa. Nós, jogadores, falávamos que tínhamos grande seleção, ambiente, espírito, todas as condições para ganhar esse europeu. Também tive oportunidade de falar depois desse jogo e disse: ‘o futebol é isso’. Quatro dias atrás tínhamos dado uma alegria enorme nos penáltis, quatro dias depois levou-nos esse sonho, a mim principalmente, de poder dar uma alegria ao povo que me deu tanto na minha última competição. As lágrimas foram por essa impotência."
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