O diretor geral da SAD do Alverca, Pedro Alves, abordou a reestruturação que os ribatejanos sofreram em todos os setores, admitindo que "o clube não tinha condições para participar na 1.ª Liga”. Sobre a aposta no técnico Custódio Castro, o dirigente assume que foi um excelente parceiro na construção do plantel: "Disse-lhe que o mês de agosto ia ser o pior da vida dele. A paciência foi o que lhe demos como garantia", disse Pedro Alves.
Sobre o projeto, assumiu que "o Alverca vai ser um clube vendedor". "As contas são simples e temos de ir ao bolso do investidor. Há 3,6 milhões de euros das transmissões, 1,4 milhões das apostas e 'main sponsor' e o orçamento vai ser pouco mais de 10 milhões. Para rentabilizar temos a venda de jogadores. Temos 22 jogadores em que temos 70% e aí vai ser o futuro. Se o investidor, em dois ou três anos, tiver prejuízo, vende o clube. Há jogadores com perspetiva de venda, como Baseya, Julián Martinez, Amorim e Davy Gui. As pessoas que vejam o Alverca jogar e tirem as suas conclusões”, referiu, no programa Futebol Total do Canal 11.
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