Quentin Beunardeau falou, em entrevista à Rádio Monte Carlo (RMC), sobre a atual situação de crise salarial no plantel do Aves.
"Vamos chegar ao terceiro mês. Não recebemos um único salário em 2020. Em meados de fevereiro falámos que iríamos fazer greve para marcar a nossa posição. Na jornada seguinte, um jornal publicou um artigo onde dizia que não tínhamos sido pagos por causa da Covid-19", começou por dizer o guarda-redes francês, de 26 anos.
"Tenho colegas de equipa que gritam no balneário 'como é possível'. Eles vão bater à porta dos dirigentes a pedir um avanço salarial porque isto já não é possível para eles. E mesmo isso, o clube não consegue fazer", lembrou, antes de contar o episódio acerca da promessa de pagamento feita ao plantel antes do jogo com o Sporting, sendo que depois apenas dois jogadores foram pagos.
"Eram dos dois jogadores com maiores valores de mercado, os nossos dois avançados. Soubemos que a diretora-geral tiha pago a esses dois jogadores através da sua conta pessoal e quando soubemos isso, o resto do grupo revoltou-se. Ou é para toda a gente ou ninguém", disse.
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