Fernando Tavares defende que o Benfica deve fazer um "investimento mais cirúrgico e responsável" nas modalidades que não sejam de pavilhão, considerando que deve apostar "na elite dos atletas de cross e de estrada". O antigo vice-presidente do Benfica para as modalidades considera que as águias devem reduzir a aposta em equipas coletivas de pista "à esfera do projeto olímpico e da pré competição olímpica", uma ideia que diz ter defendido "enquanto membro da direção responsável pela modalidade" e que a "direção do clube, com legitimidade, sempre considerou que o caminho contrário protegia os ideais ecléticos".
"O atletismo do Sport Lisboa e Benfica venceu recentemente, de uma forma categórica, o pentacampeonato no cross longo e o bicampeonato na estafeta mista de cross longo. O caminho nas modalidades que não sejam de pavilhão tem forçosamente que passar por um investimento mais cirúrgico e mais responsável. Qualidade em detrimento da quantidade. A aposta na elite dos atletas de cross e de estrada parece ser o caminho certo, pela sua popularidade, ao contrário de uma aposta em equipas coletivas de pista, onde as competições são desinteressantes, pouco mediatizadas e mal organizadas. Acresce que um dos poucos atrativos que a modalidade tinha era a Taça dos Clubes Campeões Europeus recentemente retirada das competições oficiais. Esta posição parece um paradoxo porque internacionalmente a pista tem a sua melhor e maior expressão competitiva como demonstram os Jogos Olímpicos, os Campeonatos do Mundo e da Europa, assim como os diversos meetings internacionais, capazes, ao contrário de Portugal, de atrair público, transmissões televisivas e patrocinadores", começou por escrever no 'Linkdin'.
E acrescentou: "Isto significaria que o clube devia abandonar totalmente a pista? Não, o que devia ser feito era reduzir a mesma à esfera do projeto olímpico e da pré competição olímpica, contribuindo assim para o desenvolvimento de um dos ideais desportivos mais nobres, apostando no desenvolvimento de atletas de elite, esses sim mediáticos e com capacidade para atrair patrocínios. Esta minha posição não é diferente daquela que sempre defendi enquanto membro da direção responsável pela modalidade. A direção do clube,com legitimidade, sempre considerou que o caminho contrário protegia os ideais ecléticos. Acontece que a dispersão do investimento coloca stress orçamental nas modalidades de pavilhão, onde eu acho que deve ser a principal aposta, principalmente desde que o clube, e bem, potenciou as equipas femininas. Não se trata de uma crítica. Simplesmente um convite à reflexão".
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