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A Liga dos Campeões revelou-se um "fracasso", como admitiu publicamente Rui Costa, mas o Benfica tem uma segunda oportunidade nas provas europeias. Mesmo com expectativas moderadas em relação à Liga Europa, Roger Schmidt promete uma equipa empenhada e ciente do novo contexto. "Nas fases a eliminar não podemos cometer erros, porque não os podemos corrigir como na fase de grupos. Temos de estar prontos", alertou o treinador alemão.
O plano das águias passa por construir, hoje, um resultado confortável. "Queremos ganhar uma boa margem a pensar na segunda mão, em Toulouse", admitiu o técnico, na antevisão à partida, deixando todavia elogios aos franceses. "O adversário não está tão estável na liga [francesa], mas, nessa mesma prova, já mostrou qualidade. Especialmente na fase de grupos da Liga Europa jogaram de forma confiável a um nível alto. Só perderam um jogo num grupo muito difícil, isso mostra que têm motivação extra", frisou.
A vontade de vencer é clara, mas quando questionado sobre se a conquista da Liga Europa é um objetivo dos encarnados, o técnico mostrou-se cauteloso. "Não interessa a competição. Quando começamos, damos sempre o nosso melhor em cada jogo e tentamos vencer cada um deles. Damos sempre tudo, e, claro, se fizermos isso e vencermos, estamos na final e podemos tentar ganhar os títulos. Mas não faz muito sentido pensar nas próximas rondas", avaliou Roger Schmidt.
Para este jogo da primeira mão do playoff, o treinador, de 56 anos, não poderá contar com o lesionado Bernat, recentemente operado a uma pubalgia, nem com Prestianni, que cumpre a última fase de recuperação da entorse no tornozelo direito e nem foi sequer inscrito na UEFA. Quem voltará ao banco de suplentes, dois jogos depois, será Rollheiser. "Chegou ao clube sem uma pré-época. Tem de se habituar a esta realidade e trabalhar muito para ficar em forma. Com jogos em Vizela e Guimarães, levá-lo para estar no banco, não jogar e viajar de volta para Lisboa faria com que perdesse quatro ou cinco dias de trabalho e ele precisa de muito treino. Decidimos mantê-lo em casa. Está a melhorar, vai estar na convocatória e, muito em breve, de certeza que voltará a jogar por nós", revelou.
"Imprevisíveis a atacar"
Na deslocação ao terreno do V. Guimarães (2-2), Schmidt apostou num ataque móvel e prescindiu de Arthur Cabral – que até acabou por marcar – na hora de formar o onze inicial. O técnico não revela qual será a sua escolha para hoje, mas admite que os golos têm sempre peso. "Queremos vencer o jogo com o Toulouse e vamos jogar um futebol ofensivo. Não vou anunciar o onze, mas os golos são sempre um bom argumento para jogar. Temos opções diferentes. Estou muito feliz por ver os nossos avançados marcarem. Somos imprevisíveis a atacar, isso é importante", avaliou o treinador.
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