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Álvaro Pacheco e as duas 'finais' com o Torreense: «Vamos entrar com tudo, mostrar do que somos capazes e que merecemos ficar na 1.ª»

Álvaro Pacheco cumpriu suspensão frente ao Rio Ave
• Foto: Vítor Neno

Álvaro Pacheco, técnico do Casa Pia, antecipou o primeiro embate com o Torreense que os gansos têm marcado para esta quarta-feira, para começar a definir qual das equipas disputará a 1.ª Liga em 2026/27.

"São dois jogos que decidem o futuro do clube. O jogo da última jornada foi duro, por aquilo que fizeram e por aquilo que esta instituição passou ao longo da época merecia já ter conseguido a permanência. Temos agora dois jogos para reafirmar a equipa que somos, a nossa capacidade de resiliência. Temos de nos focar nisso e olhar com ambição para estes novos desafios", começou por assumir.

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Desafiado a revelar o estado de espírito da equipa depois de ver fugir a permanência direta com o golo do empate do E. Amadora em Braga aos 90'+6, o técnico sustentou: "Não sou um treinador de lamentações, é verdade que estávamos tristes no final, mas temos de ser positivos e lutar pelos objetivos. Acredito muito. Esta equipa continua a demonstrar que quer dar continuidade ao trabalho e que merece estar entre os grandes. Vamos entrar com tudo, mostrar do que somos capazes e que merecemos ficar na 1.ª" Nada ficará, porém, decidido, nesta primeira mão, defende. "Este é um desafio diferente, decide-se em dois. Nada vai ficar definido no primeiro jogo. Temos de ser capazes de saber gerir os vários momentos, o Torreense tem muita intensidade. muito emotiva. Vai ser um bom jogo, com golos", perspetivou.

Um adversário mais galvanizado e motivado por ter a final da Taça de Portugal com o Sporting entre os jogos do playoff com o Casa Pia ou mais deslumbrado com esse regresso ao Jamor ao fim de 70 anos: o que espera encontrar do outro lado? Álvaro Pacheco respondeu de pronto: "O Torreense está motivado pela excelente campanha na Taça e pelo campeonato que fez. É uma equipa que se sente muito confortável a jogar em casa. Mas volto a dizer que temos mais dois jogos para reafirmar aquilo que somos, tivemos várias adversidades ao longo da época e acabámos o campeonato com dois jogos muito bons, mais fiéis àquilo que é a identidade casapiana. Reafirmar a qualidade destes jogadores, que vão ter o país e o mundo a ver estes dois jogos e podem mostrar todo o seu potencial."

A finalizar, o técnico de 54 anos comentou o facto de voltar a comandar a equipa a partir da bancada. "Ainda mais eu que sou um treinador emotivo, gosto de estar junto dos jogadores. Mas também gosto de procurar soluções, seja por zoom ou auricular, a mensagem vai passar."

Por Mário Duarte
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