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Presidente do Estrela da Amadora é o convidado do Negócios Record
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Esse valor tem de ser necessariamente superior. Há uma diferença muito grande. Ao contrário do que alguns dizem, acho que a Liga é forte e verdadeiramente democrática. Na Liga de Clubes, quem manda são os clubes. E quando dizemos que quem manda são os clubes, é a maioria dos clubes, como em qualquer democracia. Não são os clubes com mais adeptos ou mais visibilidade. O que manda é a maioria, e a maioria não concorda com essa chave. Também não defendo que se passe de um extremo ao outro, mas tem de haver um mínimo, e esse mínimo é termos uma chave de divisão em que o que recebe mais, face ao que recebe menos, nunca ultrapasse uma relação de 1 para 5. Hoje a Liga propõe 1 para 7,5. E a divisão igual para todos deve ser feita a 50%, que é aquilo que se faz noutros países da Europa. Queremos que se faça o mesmo que se faz noutros países da Europa. Mesmo com 1 para 5, continuamos a ser o país com maior diferença entre primeiro e último, mas é uma diferença razoável.
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