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Francisco J. Marques comentou a arbitragem de João Pinheiro no encontro do passado domingo entre Sp. Braga e Benfica. O diretor de comunicação dos dragões lembrou o passado do árbitro da AF Braga, recordou a reta final da temporada 2018/19 e disse que "não pode existir um critério para o Benfica e outro para as restantes equipas".
"Mais do que a arbitragem deste jogo, interessa o comportamento dos árbitros perante as equipas. Se o senhor João Pinheiro tem o passado que tem, é público, é conhecido, e houve muitas notícias sobre isso, e não se consegue libertar… O que é irritante e desagradável é ver este género de coisas", começou por dizer Francisco J. Marques, no Porto Canal.
"O Benfica beneficiou de uma expulsão a punir uma falta à saída da sua área. É muito duvidosa a aplicação do cartão amarelo, mas ainda nos lembramos do jogo do Benfica no Estádio do Dragão, também com Luís Godinho que não se consegue libertar do passado. Uma sucessão de lances 10 ou 20 vezes pior do que o lance do Fransérgio, com faltas sucessivas de Pizzi, Nuno Tavares e Vertonghen, que não tinham acabado o jogo", acrescentou.
"Não podemos ter um critério para o Benfica e outro para as outras equipas, designadamente para o FC Porto, se não vamos voltar a ter uma muito grande adulteração da verdade desportiva, a leveza como se assinala um penálti que não foi penálti em parte nenhuma. Se não seria um penálti falso como o Judas", apontou o responsável de comunicação portista.
"Lembramo-nos da reta final do campeonato há dois anos, o que foi a arbitragem em Santa Maria da Feira deste mesmo João Pinheiro, lembramo-nos de João Pinheiro como VAR no jogo de Braga, com erros que poderiam prejudicar o Feirense e o Benfica... Mas esses erros prejudicaram objetivamente o FC Porto, porque essas equipas tinham as classificações estabilizadas. Esses prejuízos foram para o FC Porto e o beneficiado foi o Benfica, com os mesmo protagonistas vai-se tentar a reedição", disse.
Francisco J. Marques garantiu que o FC Porto vai continuar "muito vigilante" relativamente à arbitragem na reta final da temporada: "Exige-se arbitragens isentas, não poder haver erros com interferência nos resultados. O Benfica tem jogado com vantagens numéricas. Temos de estar muito vigilantes, a reta final do campeonato não pode ser decidida pelas arbitragens, mas pelo valor das equipas."
Por RecordA análise de Vítor Pinto
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