Operação Pretoriano: 'Aleixos' acusam Henrique Ramos de ameaças à porta do tribunal

Henrique Ramos apresentou-se em tribunal com o fato que é habitualmente usado pelos dirigentes do FC Porto.
• Foto: Igor Martins / Movephoto

A defesa dos dois 'Aleixo', pai e filho, acusou esta terça-feira Henrique Ramos, assistente do processo, de ter ameaçado ambos à saída do Tribunal de São João Novo, no Porto, depois da última sessão de .

Nesse sentido, logo no arranque dos trabalhos de hoje, os arguidos requereram ao coletivo de juízes que este fosse impedido de comparecer na sala de audiências e em tribunal para "prevenir" futuras situações de conflito.

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Ao longo da manhã foram ouvidos dois dos três elementos da família Sousa, que relataram as agressões sofridas às mãos dos dois 'Aleixo' na bancada norte do Pavilhão Dragão Arena, durante a Assembleia Geral (AG) do FC Porto, em novembro de 2023.

Os 12 arguidos da Operação Pretoriano, entre os quais o antigo líder dos Super Dragões Fernando Madureira, começaram em 17 de março a responder por 31 crimes no Tribunal de São João Novo, no Porto, sob forte aparato policial nas imediações.

Em causa estão 19 crimes de coação e ameaça agravada, sete de ofensa à integridade física no âmbito de espetáculo desportivo, um de instigação pública a um crime, outro de arremesso de objetos ou produtos líquidos e ainda três de atentado à liberdade de informação, em torno de uma AG do FC Porto, em novembro de 2023.

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Entre a dúzia de arguidos, Fernando Madureira é o único em prisão preventiva, a medida de coação mais forte, enquanto os restantes foram sendo libertados em diferentes fases.

Por Lusa
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