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Luís Gonçalves recorreu para o Tribunal Arbitral do Desporto (TAD) da pena de 50 dias de suspensão e multa de 8.160 euros que lhe foi aplicada pelo Conselho de Disciplina (CD) da Federação Portuguesa de Futebol (FPF), no passado mês de junho. O referido tribunal considerou o recurso totalmente improcedente, mantendo a pena ao administrador da SAD.
No documento divulgado esta terça-feira, o TAD explica ainda que o "Colégio Arbitral decidiu não aplicar ao presente processo o disposto no artigo 6.º da Lei n.º 38-A/2023, de 2 de agosto, encerrando o processo por amnistia, por entender que se verificava a exceção prevista na alínea j) do artigo 7.º do mesmo diploma legal, ou seja, atento o facto de o arguido e aqui demandante ser reincidente".
Em causa estão os factos ocorridos na receção dos dragões ao Casa Pia, que terminou com um 2-1 favorável ao FC Porto, na pretérita edição do campeonato nacional. O dirigente portista foi punido devido "a declarações proferidas sob o enfoque das ofensas à honra ou consideração de agentes de arbitragem", conforme veio descrito no mapa de castigos do CD da FPF.
Nesse jogo, Luís Gonçalves trocou insultos com Gonçalo Reis, técnico de equipamentos do Casa Pia, e ambos foram expulsos no final da partida pelo árbitro Manuel Oliveira.
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