Para poder usar esta funcionalidade deverá efectuar login.
Caso não esteja registado no site do Record, efectue o seu registo gratuito.
Líder dos Super Dragões lembra que "quando se está numa guerra vale tudo"
Seguir Autor:
Foi quando se preparava para "sair de casa para ir para o jogo do Canelas" que Fernando Madureira viu o portão da sua casa pintado com insultos, como contou a Record este domingo já depois da derrota com o Candal.
"São os ossos do ofício", afirmou o líder dos Super Dragões, admitindo duas hipóteses para o sucedido. "Ou foi alguém do FC Porto descontente ou então alguém de um clube rival para nos colocar uns contra os outros. Quando se está numa guerra vale tudo", defendeu, esclarecendo que esta a referir-se à "guerra entre o FC Porto e o Benfica por causa dos árbitros, do polvo e do Ferrari vermelho".
Fernando Madureira acrescentou que os grafitis não lhe retiram tranquilidade. "Foi só um pouco violento para apagar a tinta. Liguei a um amigo meu que foi buscar diluente", disse.
Além do que se passou na casa de Madureira, também o escritório de advogados de Adelino Caldeira, administrador da FC Porto SAD, e o restaurante da mulher de Alexandre Pinto da Costa foram vandalizados.
O líder dos Super Dragões admitiu que os resultados do FC Porto "são motivo de preocupação" e deixou a advertência: "Não sei se o Nuno terá de pôr os pontas de lança a fazer treino específico".
Por ocasião da 2.ª edição do Super Camp Especial Guarda-redes da Dragon Force
Recebeu primeiro Frederico Varandas e depois André Villas-Boas
"Eventuais responsabilidades de outra natureza, não cabem na esfera de competências da FAP"
Líder dos dragões diz que situação foi reportada pelas autoridades no clássico de andebol com o Sporting
Ex-jogador e agora comunicador recorda episódio curioso em entrevista à 'Sábado'
Adeptos locais assobiaram também o hino egípcio
Nervos estiveram à flor da pele durante a cobrança dos penáltis, que viria a determinar o vencedor da partida