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Ministério Público defende que pagamentos a vidente podem ser simulados
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As escutas eram mais ou menos reveladoras. Madalena Aroso - vidente, adivinha ou bruxa - prestava serviços ao FC Porto a troco de uma pequena fortuna. Pedro Pinho revelava nas conversas intercetadas pelos investigadores a entrega de valores avultados, que poderiam rondar os 60 mil euros por mês, mas a investigação defende que parte considerável desse dinheiro seguia para os cofres pessoais de Pinto da Costa. Contou esta sexta-feira o jornal ‘I’ que após as notícias da ‘Sábado’ e do CM dando conta de uma investigação ao FC Porto, houve uma inflexão de movimentos. Pedro Pinho deixou de falar ao telefone e Manuela Aroso passou, de bruxa de Matosinhos, a funcionária do FC Porto.
Sabe o Correio da Manhã que o Ministério Público defende que mais do que uma crença no oculto estamos perante um crime contra o clube. Manuela Aroso ganhava 15 mil euros por mês, enquanto avençada, mas o dinheiro não revertia para si.
Incidente ocorrido em agosto do ano passado.
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