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"No meu país não vou contribuir para a confusão", atirou o treinador do Sporting
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Depois das palavras de Frederico Varandas sobre a arbitragem de João Pinheiro, Rúben Amorim remeteu-se ao... silêncio. "Não vou entrar por aí, não falo de arbitragem, falo dos jogos, às vezes mais acaloradamente no fim dos encontros. Não vou comentar as palavras do presidente", começou por dizer esta quarta-feira em conferência de imprensa de antevisão ao jogo com o Sturm Graz.
Questionado "como aguenta" não falar sobre o tema, o treinador do Sporting acabou por atirar: "Falo com alguém, mas quando entro no balneário, bato numas portas, refilo com toda a gente, faço o mesmo que os outros mas aqui não o faço porque sei que não vai mudar nada. Prefiro não falar e não entrar nesse jogo porque assim mantenho-me mais saudável. Fico revoltado como os outros mas aguento-me. Há certas linhas vermelhas que estabeleci para mim. No meu país não vou contribuir para a confusão. Os meus jogadores ficam revoltados comigo quando não os defendo, mas prefiro não arranjar desculpas. Não vou entrar na confusão, vou tentar fazer de forma diferente, fazer o meu trabalhinho. O presidente tem uma tarefa diferente da minha, o meu trabalho é apresentar resultados dentro do campo. Temos de estar no máximo todas as semanas, em Guimarães no máximo teríamos ganho o jogo. Às vezes, a arbitragem tem influência, mas não vou falar nisso".
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