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Jorge Braz após o triunfo sobre a França: «Este jogo estava a dar-me um gozo dos diabos»

Jorge Braz no momento do hino nacional
• Foto: FPF

Depois de ver, Jorge Braz enalteceu a exibição da Seleção Nacional e a capacidade de resposta após uma entrada em falso diante dos gauleses. 

"Tudo fez a diferença. Esta identidade global, com tarefas muito bem definidas, confiança total uns nos outros. Os erros que cometemos aqui e ali foram ditados pela vontade e a confiança em querer virar o jogo. Essa vontade levou-nos para uma vitória indiscutível, com momentos de jogo muito bons. Também dou mérito à França nos nossos momentos mais instáveis. Eles têm uma verticalidade no jogo brutal e com muita qualidade. A verdade é que nos mantivemos emocionalmente, mentalmente equilibrados, com confiança. Fomos nós. Estava a dar-me um gozo dos diabos este jogo, estava mesmo a divertir-me no banco. Independentemente dos erros, foi mais um jogo em que tive um orgulho brutal em ser Selecionador Nacional - com o comportamento desta malta e a jogar assim. Senti-me mesmo bem como treinador. Assim vale a pena dedicarmo-nos tanto, esforçarmo-nos tanto para que estas coisas aconteçam", começou por analisar o selecionador nacional, em declarações ao Canal 11 reproduzidas pela FPF.

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"Não foi guerra, foi jogar. Tínhamos de ser mais aguerridos na pressão e foi isso que pedi. Que arriscássemos mais na pressão. Sabemos muito bem quando podemos pôr o pé, quando podemos ser atrevidos a defender. Isso desgastou-os, meteu-nos no jogo e deu-nos mais confiança. Não era por estar a perder 1-0 que íamos ter qualquer espécie de receio. Siga! E eles entenderam isso muito bem. Foram fantásticos!", acrescentou.

Perspetivando a decisão de sábado, com a Espanha, Jorge Braz destacou:  "Terceira final consecutiva. É o percurso que queríamos construir. Jogo a jogo, com humildade, os pés assentes na terra, sabendo as dificuldades que existem e que eles nos colocaram hoje. Também vamos ter na final mas parece-me que é um jogo mais fácil. Vai colocar-nos naquele registo que gostamos de estar, jogar e competir. Falta um jogo para terminar este percurso que queríamos. Tenho um orgulho muito grande no futsal português, nos portugueses que nos estiveram hoje a apoiar. Toda a gente nos ajuda, nos clubes, nas associações. Orgulho nestes jogadores que acho que representam muito bem Portugal. Agora pés no chão, descansar, recuperar que vem aí o jogo que conquistámos o direito de estar com muito mérito. "

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Por Record
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