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R - Quando renovou, disse que Portugal ia estar presente num Europeu, em 2017 ou 2021. E quanto a um Mundial?
FN - Felizmente, o Europeu ficou desde já cumprido. Quanto ao Mundial, sabemos que os apuramentos são mais difíceis. Independentemente do adversário, vamos lutar em todos os jogos como se fossem finais.
R - O que ainda falta fazer no futebol feminino português?
FN – Ainda nos falta muita coisa, mas estamos no bom caminho. É fulcral dar continuidade ao plano estratégico. O aumento do número de praticantes e da competitividade interna são os grandes pilares.
R - Estamos mesmo no início de uma nova era?
FN – Não diria tanto. Vemos a continuidade de algo que já vinha a ser construído, mas que talvez não tivesse tanta visibilidade como tem agora. Cada vez mais pais vão querer que as suas filhas joguem futebol.
Por Ricardo Granada