O rapto dos pais de Luis Díaz (a mãe já foi entretanto libertada) continua a ser o assunto do momento na Colômbia, com o país em suspenso, à espera da libertação do pai do avançado do Liverpool. Depois de se ter tido conhecimento que o sequestro foi levado a cabo pelo Exército de Libertação Nacional (ELN), uma das organizações criminosas mais poderosas da América Latina, que atua na Colômbia e na Venezuela, o governo negoceia com o grupo, que naquela zona do país - perto da fronteira com a Venezuela - é liderado por uma mulher.
Segundo a revista 'Semana', Patrícia é a cabecilha deste grupo armado, encarregada dos crimes praticados na Frente de Guerra Norte. A mulher, de 40 anos, ingressou formalmente na ELN em 2006, mas tem ligações à organização há 26 anos.
E 2015 foi a cabecilha da Frente 6 de Dezembro e em 2016 passou a integrar a comissão de finanças do estado maior da Frente de Guerra Norte, que lidera agora, juntamente com um setor na Venezuela.
Enquanto decorrem as negociações, a polícia e o exército continuam as buscas, por terra e pelo ar, na esperança de resgatar Luis Manuel Díaz. A população local já fez uma manifestação, a exigir a libertação do pai do jogador.
Luis Díaz, por sua vez, acompanha todos os desenvolvimentos a partir da Inglaterra e não tem feito parte das concentrações do Liverpool. Jurgen Klopp, o treinador dos reds, já fez saber que não vai pressionar o futebolista, que tem dormido pouco, a voltar ao ativo.
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