A Chapecoense admitiu esta quarta-feira poder tomar medidas judiciais contra a companhia aérea Lamia quando concluir o transporte dos corpos das vítimas do acidente aéreo ocorrido na madrugada de terça-feira e o velório, que ocorrerá no Arena Condá, estádio do clube.
"Hoje estamos focados na questão humanitária, nas famílias e nas vítimas. Num segundo momento, vamos ter de parar para pensar na reestruturação da equipa e também nas medidas judiciais", adiantou o vice-presidente jurídico da Chapecoense, Luiz António Palaoro, em conferência de imprensa.
O piloto que comandava a aeronave, que levava 77 pessoas a bordo, reportou "falha elétrica total" e falta de combustível ao aproximar-se do aeroporto colombiano de Medellín, segundo uma gravação divulgada hoje.
"Ainda não temos nada. As autoridades bolivianas, juntamente com as brasileiras, estão a levar a cabo as investigações. Medidas judiciais dependerão da investigação oficial. Até agora, só há suposições", acrescentou Luiz António Palaoro.
Filho do copiloto fala em atraso
Entretanto, Bruno Goytia Gómez, filho do copiloto Ovar Goytia, revelou ao site boliviano 'El Deber', que o avião da Lamia só não parou para reabastecer no caminho porque houve um atraso no voo comercial que fez o trajeto de São Paulo até Santa Cruz de La Sierra, na Bolívia. Segundo o jovem de 18 anos, o plano inicial era que a aeronave parasse em Cobija, no norte da Bolívia, onde colocaria mais combustível antes de seguir para Medellín.
"Pelo que eu tinha entendido, haveria uma escala em Cobija. Mas o avião que trouxe os jogadores da Chapecoense até à Bolívia teve um atraso. Em Cobija não há operações noturnas, pois não há luz na pista, e tomou-se a decisão de encher o depósito por completo. Além disso, os jogadores tinham que treinar. E dava para chegar até Medellín, mas colocaram o avião em espera e isso consumiu todo o combustível", referiu Bruno Goytia Gómez.
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