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Zlatan Ibrahimovic, avançado do AC Milan, falou com o 'Dplay' da Suécia, abordando os actos de vandalismo de que a sua estátua em Mälmo foi alvo nos últimos tempos, pela primeira vez, e, claro, manteve o seu estilo.
"É uma pena. Querem atenção e querem que os média escrevam sobre isso - estão ao nível do jardim de infância, mas sou maior que isso", começou por dizer o jogador, de 38 anos.
Ibrahimovic ainda acrescentou: "A estátua era o que era, mas isso não significa que a minha história será demolida, ela permanecerá para sempre!" O artilheiro ainda lamentou que o seu contributo não seja reconhecido em Mälmo. "Joguei pelo Mälmo e fiz o que fiz pelo Mälmo, apesar de não ser bem-vindo e não ser desejado. Deviam estar gratos, e aqueles que sabem, sabem do que falo", salientou.
Já sobre o seu futuro como jogador, visto o avançar da idade, Zlatan mantém confiança nas suas capacidades e utiliza o exemplo da pandemia de Covid-19 para explicar que o futuro é sempre incerto.
"Tenho contrato com o Milan e vamos ver como termina, se terminar. Quero jogar futebol o máximo que puder e ser capaz de contribuir com algo, não apenas jogar pelo que fiz ou por quem sou. Vamos ver o que acontece - quem sabia que o coronavírus viria e viraria o mundo de cabeça para baixo em duas semanas?", sublinhou.
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