A disputa judicial entre Mbappé e o seu antigo clube, o PSG, conheceu esta terça-feira um novo capítulo. Cerca de um mês após a audiência, o tribunal de trabalho de Paris deu razão ao avançado, condenando o clube a pagar 60 milhões de euros em salários em atraso e bónus relativos a abril, maio e junho de 2024.
Mesmo que recorra da decisão - de acordo com o 'L'Équipe', ainda não sabe se o fará -, o vencedor da Liga dos Campeões na temporada passada terá de "pagar imediatamente" o valor, como deram conta as advogadas de Mbappé à saída do tribunal: "O clube disse que não queria pagar porque estava à espera de uma decisão do tribunal do trabalho. A decisão chegou. O tribunal ordenou a execução provisória, o que significa que o PSG deve pagar imediatamente O futebol não é uma zona de ilegalidade. Espero que o PSG cumpra sem ter de recorrer a um oficial de justiça".
Recorde-se que o litígio entre Mbappé e PSG começou em 2023 quando o avançado decidiu não prolongar o seu contrato que terminava no verão seguinte. O clube considerou que ficou privado de receber uma boa quantia pela transferência, alegando que Mbappé escondeu a decisão de não prolongar o seu contrato durante quase 11 meses.
A equipa de Mbappé insistiu que o PSG nunca apresentou provas de que o avançado concordou em renunciar a qualquer pagamento, alegando ainda que o clube não pagou os salários e bónus relativos a abril, maio e junho de 2024. Além disso, o internacional francês também acusou o PSG de assédio moral, citando o tratamento que lhe foi dado quando esteve afastado.
O PSG reivindicava um total de 440 milhões de euros. Já os advogados de Mbappé exigiam 263 milhões de euros.
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