O treinador português Ricardo Sá Pinto terminou o seu segundo trabalho no Esteghlal estando a 1 ponto do primeiro lugar no campeonato com menos 2 jogos, no quartos de final da Taça e tendo chegado aos oitavos de final da Champions Asiática 2.
A situação atingiu ponto limite quando esta semana Sá Pinto foi abordado pela direção sobre a possibilidade de chegarem a acordo para a sua saída, situação que dado o compromisso do português com o clube, desde sempre, e os resultados já referidos se configurou numa tamanha falta de respeito e consideração que tornaram a situação insustentável.
A isto somam-se várias situações graves como o facto de Sá Pinto ter "dado a vida" ao ser o único estrangeiro do Esteghlal a permanecer no Irão (também o único português a ter permanecido no país) no período de enormes problemas políticos e sociais que apontam para possível guerra desde há várias semanas; por oposto o presidente "desapareceu" desde o estado que se vive no país e nunca mais teve contacto com a equipa; salários em atraso; prémios de jogo em atraso; incumprimentos de promessas na contratação de jogadores; campos para treinar sem condições; não há ginásio; até as rendas da casa de Sá Pinto deixaram de ser pagas.
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