A ideia de uma SuperLiga Europeia continua a dividir opiniões e a merecer críticas de entidades como a FIFA e a UEFA mas parece estar a ganhar forma. Esta quinta-feira, o 'The Times' dá a conhecer um esboço daquela que muitos acreditam tornar-se na principal prova de clubes do velho continente e deixa pistas relacionadas com o formato, os clubes participantes e a distribuição de receitas... milionárias.
O jornal britânico começa por revelar um plano "baseado no mercado televisivo global" com "15 clubes-membro fundadores e permanentes, 6 dos quais ingleses, muito provavelmente os que formam o 'Big Six' (Liverpool, Manchester United, Manchester City, Arsenal, Chelsea e Tottenham)". A estes juntar-se-ão "três espanhóis, outros três italianos, dois alemães e um francês", sendo que a projeção aponta para um total de 20 clubes em cada edição mas, embora o 'The Times' não revele quais os cinco emblemas (nem o país dos mesmos) que irão completar o lote de participantes.
Pela simples entrada na competição, os 15 clubes fundadores poderão receber cerca de 350 milhões de euros divididos entre si. E a vertente financeira é um dos aspetos que mais saltam à vista. Desde logo, com financiamento do banco norte-americano JPMorgan Chase, "os 15 fundadores terão à disposição 3 mil e 500 milhões de euros para gastar em estádios, instalações de treino ou recuperar perdas devido à Covid-19".
Mas o grande atrativo para este 'núcleo duro' será mesmo a distribuição de prémios e receitas televisivas e publicidade, pois "32,5% do jackpot será distribuído igualmente entre os 15 clubes fundadores e outros 32,5% entre os 20 clubes da SuperLiga". A distribuição será feita "da mesma forma que o sistema da Premier League, ou seja, pela classificação fina", sendo que os 15% remanescentes serão destinados a ações de marketing da própria competição.
Fair-play financeiro
Segundo o 'The Times', a SuperLiga Europeia terá uma espécie de fair-play financeiro, semelhante ao mecanismo já aplicado pela UEFA. De acordo com os dados revelados esta quinta-feira, existirá um "Grupo de Sustentabilidade" para esse fim e os clubes só poderão "gastar até 55% da receita com salários e transferências, em valores líquidos".
Formato
Outra das questões reveladas pelo jornal britânico é o formato da competição. "Dois grupos de 10 clubes com jogos em casa e fora, com os quatro primeiros classificados de cada grupo a passarem aos quartos-de-final a duas mãos, meias-finais a duas mãos e final em jogo único. Os jogos serão disputados a meio da semana e os clubes continuam a disputar as respetivas ligas nacionais. Os clubes terão direito a transmitir quatro jogos por época nas plataformas digitais próprias para todo o mundo, o que lhes permitirá ganhar ainda mais dinheiro com a venda dos direitos de transmissão desses encontros".
Por André Antunes PereiraCompetiu pela última vez no escalão principal em 2022/23
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