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Ucrânia não aceita levantamento do veto à Rússia e ministro acusa Infantino de ser "irresponsável e infantil"

Gianni Infantino anunciou que a gala do prémio The Best em 2026 será realizada no Dubai
• Foto: AP

A Ucrânia não perdoou as a defender o levantamento do veto às equipas russas em competições internacionais e o ministro do Desporto do país não poupou nas palavras, em relação ao presidente da FIFA.

"As palavras de Gianni Infantino são de uma grande irresponsabilidade - para não dizer infantis. Retiram o futebol de uma realidade em que crianças estão a ser mortas. Deixem-me relembrar que, desde que a Rússia iniciou esta vaga de violência em grande escala, mais de 650 atletas e treinadores foram mortos por russos. Entre eles, estavam mais de 100 futebolistas", afirmou Matvii Bidny.

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Recorde-se que, desde o início da invasão da Ucrânia pela Rússia, em 2022, que as equipas russas foram banidas das provas da UEFA e da FIFA. Contudo, Infantino, esta 2.ª feira, em entrevista à 'Sky Sports' defendeu  que "este boicote não conseguiu nada, só criou mais frustração e ódio". 

No entanto, Matvii Bidny respondeu que, enquanto esta guerra durar, os russos devem permanecer afastados das competições desportivas internacionais: "A guerra é um crime, não é apenas política. Enquanto os russos continuarem a matar ucranianos e a politizar o desporto, a sua bandeira e os seus símbolos nacionais não terão lugar entre pessoas que respeitam valores como a justiça, a integridade e o fair-play".

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Por André Teixeira
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