O Real Madrid, o Barcelona e a Juventus - os clubes fundadores da Superliga que ainda resistem - emitiram um comunicado conjunto em que reafirmam a necessidade da prova, assegurando que os clubes "receberam - e continuam a receber - pressões e ameaças para que abandonem o projeto".
Um dia depois de a UEFA ter comunicado sanções a nove dos 12 fundadores da Superliga Europeia, os três clubes dizem que as pressões e ameaças são uma situação "inaceitável num estado de direito" e recordam que "os tribunais já se pronunciaram e ordenaram à FIFA e à UEFA, com veemência, que se abstenham enquanto tramita o procedimento judicial, diretamente ou através das suas entidades filiadas, de realizar qualquer atuação que possa penalizar os clubes fundadores".
Merengues, catalães e bianconeros recordam que a Superliga foi criada para "trazer soluções à situação insustentável por que passa atualmente a família do futebol", lembrando que os fundadores "anunciaram a sua vontade de criar a Superliga e estabelecer um canal de comunicação com a UEFA e a FIFA, com um espírito construtivo e de colaboração entre as partes", coisa que ambos os organismos internacionais "recusaram".
Os três clubes dizem sentir-se obrigados a "trazer respostas eficazes e sustentáveis às questões que ameaçam o futebol". "Lamentamos profundamente que os nossos amigos e sócios fundadores do projeto da Superliga se encontrem imersos numa postura incoerente - e inconsistente - depois de assumirem no dia de ontem certos compromissos com a UEFA."
E prosseguem: "De qualquer forma, dado que os problemas materiais que levaram os 12 clubes fundadores a anunciar a Superliga há umas semanas não desapareceram, reiteramos (...) que temos de atuar com responsabilidade e preservar a busca de soluções, pese as inaceitáveis pressões e ameaças que continuamos a receber da UEFA".
A finalizar reiteram a vontade de "debater, com o devido respeito, sem pressões e com respeito pelo estado de direito, as soluções mais apropriadas para a sustentabilidade de toda a família do futebol."
Por RecordGianni Infantino e Aleksander Ceferin participaram no 50.º Congresso da UEFA
Clube emitiu comunicado muito curto sobre o tema
Clube sente ter sido financeiramente prejudicado devido à ação do organismo de Nyon
Já o presidente de LaLiga, Javier Tebas, entende que esta sentença não representa uma aprovação daquela competição
A entrevista foi moderada por Record mas conduzida pelo médio formado no Sporting
Antigo internacional colombiano estudou medicina dentária antes de ser jogador de futebol
Homem terá amealhado, ao longo de cinco anos, mais de 14 milhões de euros em receitas
Para assinalar os 52 anos do "dia inicial inteiro e limpo", Record desafiou Pacheco Pereira e Francisco Geraldes para uma conversa sobre liberdade, política e desporto antes e depois da Revolução
Representou as 'Super Águias' em 10 ocasiões
O médio foi observado pelas águias que não contactaram o Veneza nem os representantes do médio