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Brasileiro confessa que foi infiel à mulher mas garante não ter agredido sexualmente a vítima
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Dani Alves quebrou finalmente o silêncio depois de, em janeiro, ter sido acusado de violar uma mulher numa discoteca em Barcelona no final do ano passado. Em entrevista concedida à jornalista Mayka Navarro, o brasileiro assegura que "tudo o que se passou" naquela noite só ele e a vítima sabem.
"Não sei se ela tem a consciência tranquila e se dorme bem à noite, mas perdoo-a. Decidi dar esta entrevista, a primeira que dou desde que estou aqui [na prisão], para que as pessoas saibam o que penso. Para que conheçam a história a partir daquilo que eu vivi naquela madrugada e naquela casa de banho", começou por referir Dani Alves.
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E prosseguiu: "Até agora, tem-se contado uma história assustadora a envolver medo e terror, que nada tem a ver com o que realmente se passou nem com aquilo que fiz. Tudo o que se passou e não se passou ali dentro só eu e ela sabemos. Nessa madrugada, quando a mulher em causa saiu da casa de banho atrás de mim, fiquei um pouco na minha mesa. Não fiquei muito tempo porque já era tarde. Saí da discoteca... Descobri pelas imagens que vi em que lugar a mulher estava a chorar. Eu não a vi. Se a tivesse visto a chorar, tinha parado para perguntar o que se passava. Nesse instante, se algum responsável da discoteca me tivesse pedido para esperar porque uma jovem assegurava que eu a tinha agredido sexualmente, eu não tinha ido para casa. Nessa mesma noite, tinha ido a uma esquadra para explicar o que tinha acontecido".
Dani Alves assegurou ainda que só foi informado da denúncia no dia seguinte, uma vez que acabou por sair do local "tranquilo" e sem que ninguém lhe tivesse dirigido a palavra. "Saí, cheguei a minha casa. Tomei um banho, porque a minha mulher já estava a dormir e eu tinha vergonha de ter sido infiel. Ensaboei-me com raiva e fui dormir para outra cama. Regressava ao México dois dias depois para jogar, e um órgão de comunicação social publicou que uma jovem me acusava de agressão sexual. Liguei à minha advogada e ela consultou a polícia e assegurou-me que não havia qualquer denúncia e que podia viajar e sair de Espanha com toda a tranquilidade. Foi por isso que me fui embora".
O brasileiro, que se encontra em prisão preventiva desde janeiro, frisou ainda que tem passado um mau bocado: "Apelo à sua consciência [da vítima]. Não houve uma única noite em que eu tenha dormido bem. Nem uma. Mas tenho a consciência tranquila. Nunca magoei ninguém voluntariamente. E a ela, naquela noite, também não", rematou.
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