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Fábio Vieira mudou-se esta temporada para o Hamburgo, por empréstimo do Arsenal, mas está sempre atento ao seu clube do coração: o FC Porto. Em entrevista à DAZN, o médio falou da sua paixão pelo clube, ao qual regressou na temporada passada, também cedido pelos gunners, e das dificuldades que passou. Ainda assim, admitiu que estará sempre disponível para voltar à Invicta, .
“Falar de Porto para mim é… paixão, não há outra palavra. É o clube que eu amo, é o clube que me criou. Eu saio do FC Porto numa primeira fase a ganhar tudo. Depois regresso com o pensamento: é o Porto. É a minha casa. Vamos lutar para ser campeões. Vamos ganhar títulos. E o que é certo é que foi uma época muito complicada para mim e para toda a gente envolvida. Aconteceram muitas coisas dentro do clube, momentos muito difíceis, mudança de treinador, tudo mais. Então foi muito complicado para a equipa reerguer-se. E acabou por ser uma época não muito conseguida da nossa parte, também a nível individual. Foi um bocadinho triste, sim. É o clube que eu amo, que eu vou amar para sempre. E falar do FC Porto para mim é vida. É o meu clube. Eu estou sempre de portas abertas para regressar ao clube. Portanto, fico só triste pela época que foi o ano passado”, afirmou o internacional português.
Fábio Vieira abordou ainda aquele que considera o momento mais difícil da sua carreira: as duas temporadas no Arsenal (2022/23 e 2023/24).
"Posso dizer que foi a fase mais difícil da minha carreira até agora. Tive de me apresentar no Arsenal, obviamente tenho contrato com eles, tenho de cumprir isso. A partir do momento que lhes manifestei a minha vontade de ser emprestado, começaram a procurar por algumas situações para ver onde é que eu poderia encaixar. Esse tempo de indecisão foi muito complicado para mim e também para a minha família. Mas no final de contas faz parte da nossa vida, faz parte do futebol e temos de lidar da forma como nós conseguirmos”, admite.
Agora no Hamburgo, onde soma 16 jogos nesta época, com 2 golos e 3 assistências, reconhece que o frio tem sido o principal entrave à adaptação: "Foi uma das coisas que me surpreendeu bastante. Faz muito frio mesmo aqui. Nas últimas duas três semanas tem nevado muito. É muito complicado. Mesmo para ir para os treinos. Tenho de usar tudo... Gorro, luvas, impermeável, golas, leggings.”
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