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Dorival Júnior foi ontem apresentado como selecionador do Brasil. No discurso de apresentação, o treinador de 61 anos puxou ao sentimento dos adeptos, mais distantes da canarinha devido aos maus resultados e às recentes polémicas a envolver Ednaldo Rodrigues, presidente da CBF.
“Estou aqui em representação da seleção mais vencedora do planeta, a que inspira muitos no mundo inteiro. E ela tem obrigação de voltar a vencer”, afirmou o técnico contratado ao São Paulo, clube pelo qual venceu a Taça do Brasil na época passada. “A partir de agora não é a seleção do Dorival, é a seleção do povo brasileiro”, vincou.
Ausência de Neymar
Dorival foi ainda questionado sobre Neymar, jogador com quem teve um desentendimento em 2010, ao serviço do Santos, e que precipitou o seu despedimento. “O Brasil tem de aprender a jogar sem o Neymar, que se encontra a recuperar de uma lesão. Temos um dos três melhores do mundo da atualidade e há que aproveitar. Neymar é importante desde que recuperado, em condições e focado”, atirou o selecionador, que assinou até 2026, ano do Mundial.
Por Rafael Godinho