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Terça-feira, 8 de julho de 2014, Mineirão (Belo Horizonte). O Brasil cai na meia-final do Mundial, humilhado pela Alemanha. Quatro anos volvidos, as duas equipas voltam a medir forças, mas o trauma ainda não está totalmente debelado. Hoje, no Olímpico de Berlim, há contas a ajustar para cicatrizar uma ferida antiga.
"É importante enfrentar este jogo antes do Mundial, carregamos esse fantasminha do 7-1 todos os dias desde esse resultado", admitiu Tite, treinador do escrete, lembrando que é preciso "saber suportar a pressão de vir para um jogo importante", contra uma "equipa forte como a Alemanha". Num Brasil renovado - restam Daniel Alves, Marcelo, Fernandinho, Paulinho e Willian desse jogo de 2014 -, Tite diz já ter uma ideia sobre quem estará na Rússia.
Dani Alves, que irá envergar a braçadeira de capitão, não saiu do banco durante a goleada contra a Mannschaft, mas só olha para o presente. "São desafios totalmente diferentes. Não podemos mudar o passado, temos de tentar mudar o presente. Estamos aqui para fazer isso. Também temos boas recordações de jogos contra a Alemanha", atirou o brasileiro.
Löw e a mudança na "mentalidade"
Na antevisão da partida, Joachim Löw destacou a evolução do Brasil sob a orientação de Tite. "Dá para ver que eles estão com outra mentalidade. Vemos que a equipa agora tem mais disciplina", disse o técnico alemão, acrescentando: "O Brasil desenvolveu-se nos últimos três anos e retomou os seus pontos fortes." Já o central Boateng confessou o "sonho de jogar contra o Brasil no Olímpico de Berlim" e mostra-se "ansioso" pelo "teste" frente aos canarinhos.
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