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Avançado do At. Madrid proferiu ofensas a Cuadra Fernández, após ser expulso diante do Getafe
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O Comité de Disciplina da Federação Espanhola de Futebol anunciou esta quarta-feira a pesada punição de cinco jogos de suspensão para Ángel Correa, após os incidentes ocorridos no passado domingo, na derrota por 1-2 do Atlético de Madrid perante o Getafe.
O avançado colchonero foi admoestado com cartão vermelho pelo árbitro Cuadra Fernández, ao minuto 88, por uma entrada impetuosa sobre Dakonam Djené. Acabou por piorar a sua situação quando, antes de abandonar o terreno, insurgiu-se contra o juiz da partida, proferindo diversas ofensas, que foram expostas no relatório do jogo. Assim, o jogador fica um jogo de fora pela expulsão, mais quatro pelos insultos.
"Ao minuto 88, o jogador Ángel Correa foi expulso pelo seguinte motivo: entrou sobre um adversário na disputa pela bola com uso de força excessiva. Depois de lhe mostrar o cartão vermelho, o jogador dirigiu-se a mim com a seguintes frases: "És um filho da p... Vai para a c... da tua mãe", menciona Cuadra Fernández no documento oficial da partida.
Embora o internacional argentino tenha mostrado arrependimento mais tarde, pedindo publicamente desculpas ao árbitro nas suas redes sociais, o Comité de Disciplina não o poupou do castigo, algo que deixou bem explícito em comunicado.
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"Apesar de ser louvável a reação do jogador através das suas redes sociais, de modo algum tais desculpas podem servir de circunstância atenuante, principalmente quando este órgão disciplinar considera oportuno impôr a sanção mínima de quatro jogos, prevista no artigo 99 do Código Disciplinar da RFEF", lê-se no comunicado do Comité de Disciplina.
Por conseguinte, Ángel Correa irá falhar os encontros da liga frente a Barcelona, Espanyol, Sevilla e Valladolid, bem como a 2.ª mão das meias-finais da Taça do Rei, novamente diante do Barcelona.
Entretanto, Enrique Cerezo, presidente do At. Madrid, já reagiu à sanção aplicada ao seu número 10, que considerou "normal": "Ele esteve mal ao insultar o árbitro, portanto o castigo que lhe deram, não sei se soa justo a toda a gente, mas a mim pareceu-me normal."
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