A investigação da Premier League, que pode levar à perda de pontos ou até mesmo à despromoção do Manchester City, teve início em Rui Pinto e no Football Leaks. A Liga inglesa concluiu que os citizens quebraram as regras do fair-play financeiro mais de 100 vezes e as consequências podem ser dramáticas para o clube.
Segundo a imprensa do país, tudo começou quando a revista alemã 'Der Spiegel' publicou documentos do Football Leaks, criado pelo pirata informático português.
Através desses documentos percebeu-se que o Manchester City sobreavaliou as receitas de patrocínios com dinheiro pago pelos magnatas de Abu Dhabi, donos do clube, em vez dos patrocínios ligados àquele estado.
Estes acordos de patrocínio estão relacionados com os acordos com a companhia aérea Etihad, que dá nome ao estádio e aparece nas camisolas, e com a empresa de comunicações Etisalat.
Alegadamente o dinheiro não saiu destas empresas, mas sim do Abu Dhabi United Group, do xeique Mansour bin Zayed Al Nahyan, que comprou o clube em 2008.
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