A prisão onde Benjamin Mendy se encontra detido, em Liverpool, é dominada por gangues e há atualmente uma média de 29 ataques entre prisioneiros por mês. A revelação é feita pelo jornal 'The Sun', que dedica um extenso artigo ao estabelecimento onde o futebolista francês do Manchester City está preso desde outubro, acusado de violação.
Na 'HM Prision Altcourse', avança o jornal citando um relatório oficial, houve 340 relatos de agressões entre prisioneiros no ano passado, isto apesar de os detidos terem passado a maior parte do tempo nas celas, por causa da pandemia.
A rivalidade entre gangues leva a agressões, muitas vezes com armas improvisadas, como lâminas de barbear escondidas no interior de escovas de dentes.
Outro dos problemas prende-se com o tráfico de droga. As substâncias entram em 'HM Prision Altcourse', não obstante as visitas terem sido limitadas e o acesso dos detidos a áreas comuns ter sido reduzido.
Mendy já viu três pedidos de libertação sob fiança serem recusados. O jogador, que hoje vai a tribunal conhecer duas novas acusações de violação - ao todo já são seis, mais uma de agressão sexual -, vai continuar em prisão preventiva até ao julgamento, agendado para janeiro do próximo ano.
O defesa internacional francês foi colocado numa ala destinada a prisioneiros vulneráveis, mas esperava ficar numa zona VIP, o que acabou por não acontecer.
O jogador, recorde-se, foi suspenso pelo clube.
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