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O Nápoles vive uma revolução interna. Jogadores e equipa técnica não terão gostado do autoritarismo do presidente do clube, Aurelio de Laurentiis, e a rutura aconteceu após o jogo da Liga dos Campeões, na terça-feira. Segundo avança esta quinta-feira a 'Gazzetta dello Sport', a visita do vice-presidente e filho de De Laurentiis ao balneário após o Nápoles empatar (1-1) com o Salzburgo, na Champions, dando indicações que a concentração se iria prolongar até domingo foi o rastilho para acender a pólvora e fazer explodir o barril.
Os jogadores revoltaram-se, com o capitão Insigne a falar em nome do grupo: "Pode dizer ao seu pai que não vamos".
Mertens, Callejon e Allan são outros rostos da revolta, com o médio brasileiro, de 28 anos, a ser chegar mesmo a insultar Edo De Laurentiis.
Segundo a 'Gazzetta dello Sport', Allan mostrou-se bastante nervoso, irritado, insultando o vice-presidente do clube aos gritos. A publicação italiana refere mesmo que houve momentos de muita tensão, com vários jogadores e membros da equipa técnica a temerem inclusive confrontos físicos. Ancelotti terá sido fundamental para acalmar os ânimos e terá sido essa a razão para o treinador ter boicotado a conferência de imprensa.