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Sampdoria, Juventus e Chelsea foram apenas alguns dos emblemas que lamentaram a morte do italiano
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Os clubes pelos quais passou o antigo futebolista italiano Gianluca Vialli lamentaram esta sexta-feira a sua morte, aos 58 anos, com a Sampdoria a descrevê-lo como "um avançado implacável", e a Juventus como "um campeão e uma lenda".
A Sampdoria, clube no qual alinhou entre 1984 e 1992, garante que irá sempre lembrar Vialli como "o menino e o avançado implacável", com "o nove estampado nas costas e a bandeira de Itália costurada no coração".
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"Percorremos um longo caminho juntos, crescendo, sonhando e vencendo" escreve o clube, garantindo que mesmo depois de deixar Génova "em lágrimas", transferindo-se para a Juventus, Vialli continuou a ser "um sampdoriano".
"Enquanto levantava troféus pela Europa, com diferentes cores, Gianluca Vialli era um de nós, e os sampdorianos estavam com ele", escreve o clube, garantindo que "ninguém esquecerá os 141 golos, os cabeceamentos, as camisas de caxemira, o brinco e o cabelo loiro platinado" do avançado, que foi um dos responsáveis pela conquista do único título do clube na Série A, em 1991
A Sampdoria, que endereça as condolências à esposa, Cathryn, e às filhas, Olívia e Sofia, despede-se de Vialli com uma garantia: "Deste-nos tanto! Foi um amor recíproco, e que não morre hoje. Continuaremos a amar-te e adorar-te porque, sabes bem, és melhor que Pelé".
A Juventus fala de Vialli "como um campeão e uma lenda" e garante que em 1992, quando Vialli chegou ao clube, onde se sagrou campeão italiano em 1995 e venceu a Liga dos Campeões, em 1996, "foi amor à primeira vista".
"Gostámos de tudo, em ti, absolutamente tudo: o sorriso, o saber ser campeão, líder ao mesmo tempo, em campo e no balneário, a cultura e a classe que demonstraste até ao último dia", refere a 'Juve', o último clube italiano que Vialli representou.
A formação de Turim garante que nos últimos anos esteve sempre ao lado de Vialli, e recorda a sua "excelente forma" quando levantou o troféu de campeão europeu de seleções em 2021, em Londres.
"Sempre sofremos convosco e vivemos a ansiedade das últimas semanas. Hoje, choramos, mas desta vez não de alegria", escreve a Juventus.
O Chelsea, clube que Vialli representou como jogador e depois como treinador, refere-se ao internacional italiano como "uma lenda, amada por adeptos, jogadores e funcionários em Stamford Bridge", que "fará falta a todo o mundo do futebol".
"Assim que entrou em Stamford Bridge, quando já era uma estrela do futebol mundial, Luca manifestou o desejo de se tornar uma lenda do Chelsea, é uma meta que alcançou, sem dúvida, com o seu trabalho em campo e depois no banco", refere a formação londrina.
O Cremonese, primeiro clube de Vialli, recorda "o sorriso maroto e eterno" de Vialli, lembrando que há quatro meses o antigo jogador "apareceu surpreendentemente" no estádio, onde assistiu a um jogo com o Sassuolo.
"O amor entre Gianluca e a camisola cinza e vermelha é antigo e infinito", refere o clube, lembrando detalhadamente o jogo de estreia de "um menino talentoso de 17 anos", em 10 de maio de 1981.
O Watford, o segundo e último clube que Viali treinou, refere-se ao antigo futebolista italiano, que em 2019 assumiu a função de chefe de delegação da seleção nacional, que viria a conquistar o Euro2020, como "um cavalheiro" e "um toque de classe dentro e fora do campo".
Gianluca Vialli morreu aos 58 anos, em consequência de um cancro no pâncreas.
O avançado foi um dos responsáveis pela conquista do único título da Sampdoria na Série A, em 1991, voltando a sagrar-se campeão italiano em 1995, ao serviço da Juventus, pela qual venceu também a Liga dos Campeões, em 1996. Disputou ainda 59 jogos pela seleção.
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