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Notícia esta quarta-feira por ter sido suspensa de forma provisória devido a falhas no sistema de localização, a canadiana Alysha Newman foi destaque nos últimos meses do ano passado, quando deu a conhecer a sua outra ocupação: uma conta no OnlyFans na qual partilha conteúdos que, nos últimos anos, lhe permitiram garantir capacidade financeira para suportar a sua preparação olímpica - que a levaria ao bronze em Paris'2024 no salto com vara.
"Com o OnlyFans, comecei a tentar lucros que nunca tinha tido. É como se tivesse patrocínios muito bons", declarou no ano passado no documentário 'Big Feminine Energy', no qual refutou a ideia que lhe 'venderam' de que teria de ser atleta ou modelo. Nunca ambas em conjunto.
"Quando era pequena diziam-me que tinha de escolher: ou era atleta, ou era modelo. Nunca percebi por que razão não podia ser as duas coisas. Durante muito tempo acreditei neles e escolhi o atletismo. Dei-lhe todo o meu coração", admitiu a atleta. "O feminismo sempre foi uma coisa boa para mim. Sem a minha beleza e os meus patrocínios, nunca seria capaz de garantir os meios que tive para chegar àquela medalha. Não me importo que as pessoas me sexualizem, estou tranquila com isso. Para mim é uma questão de poder", apontou.
Como atleta internacional canadiana, Newman tem direito a uma bolsa anual de 21 mil dólares canadianos (13 mil euros), um valor claramente insuficiente para suportar a vida de um atleta internacional, tanto em termos de viagens e alojamento, mas também para investir na sua própria evolução no treino.
Caso se confirme a suspensão por falhas no sistema de localização, a varista canadiana deverá ser impedida de competir por um período de dois anos, mas o encaixe financeiro deverá estar garantido com a conta no OnlyFans...
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