A ESPN exibe no próximo domingo a primeira parte de um documentário sobre a ascensão e queda de Lance Armstrong, o mítico ciclista que ganhou o Tour de França durante sete anos consecutivos [de 1999 a 2005] e que viu todos esses triunfos serem-lhe retirados, após ser identificado um complexo esquema de dopagem que lhe permitiu colecionar todas estas vitórias ao longo dos anos.
Nos primeiros dois minutos e meio do documentário, Armstrong conta uma história em que repete 13 vezes a palavra 'fod*****", utiliza duas vezes outros palavrões e faz quatro vezes gestos obscenos com a mão. Fala dos seus tempos de juventude, no Texas, quando forjou uma certidão de nascimento, para ter a idade mínima para poder participar em provas de triatlo.
"Forjar a certidão de nascimento, competir ilegalmente e ganhar a todos", aponta como fórmula de sucesso o antigo ciclista norte-americano, que, citado pelo 'USA Today', faz ainda referência às 10.000 mentiras que disse ao longo da sua carreira.
"Ninguém utiliza doping e é honesto. Não és! A única forma de te dopares e seres honesto é se ninguém te perguntar, o que não é realista. No momento em que alguém te pergunta, tu mentes. Será só uma mentira, porque só respondeste uma vez. No meu caso, foram 10.000 mentiras, porque respondi a isso 10.000 vezes", confessa o antigo campeão, agora com 48 anos, que mantém um ódio de estimação: o seu ex-companheiro de equipa Floyd Landis.
"Podia ser pior. Eu podia ser o Floyd Landis e acordar um bocado f***** todos os dias", afirma em tom irónico sobre o antigo colega de profissão, com quem teve, inclusive, alguns problemas de cariz judicial.
A segunda parte do documentário, que retrata a queda de Lance Armstrong, irá para o ar a 31 de maio, na ESPN dos Estados Unidos.
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